COMO OBTER CERTIFICAÇÃO DO ENSINO MÉDIO PELO ENEM








Certificação

O Exame Nacional do Ensino Médio vem sendo utilizado por muitos adultos que interessam em obter o Certificado de Conclusão do Ensino Médio. A cada ano aumenta o número de interessados.
No entanto, há muitas dúvidas sobre o processo. Veja as regras a serem cumpridas e documentos a serem providenciados:
- Completar 18 anos até o dia da primeira prova do Enem;
- Indicar na inscrição do Enem que deseja obter o certificado de conclusão do ensino médio;
- Obter, no mínimo, 450 pontos em cada uma das quatro provas objetivas do Enem e 500 na redação.

A partir do resultado do Enem, o interessado em obter o diploma do ensino médio deve procurar a Secretaria de Educação do seu Estado ou os institutos federais credenciados para solicitar o certificado. Nesse caso, são exigidos os seguintes documentos:
- Carteira de identidade e CPF (cópias e originais);
- Comprovante de endereço com CEP;
- Histórico escolar e certificado de conclusão do ensino fundamental (cópia e original);
- Boletim individual de resultados expedidos pelo INEP referentes ao último Enem (cópia);
- Declaração individual, devidamente assinada, que ateste não haver concluído o Ensino Médio (expedida pela secretaria ou instituição certificadora);
- Declaração individual, devidamente assinada, que autorize a utilização do resultado do Enem (expedida pela secretaria ou instituição certificadora).

OBS: A secretaria de educação do estado da Bahia também emite esta modalidade de certificação.

O PAPEL DA ESCOLA NA SOCIEDADE



A ESCOLA COMO ESPAÇO DE TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS E INDIVIDUAIS
Claisy Maria Marinho-Araújo

 O educando como sujeito em desenvolvimento: família, escola e políticas públicas
Por que precisamos da educação?

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O PENSAMENTO GEOGRÁFICO












O pensamento geográfico


Desde os primórdios da humanidade o homem sempre precisou se situar no espaço, principalmente para sua própria sobrevivência, o conhecimento geográfico era disperso, estudado por outros ramos como filosofia, astronomia, limitando-se a descrever e mapear os espaços a favor de seus próprios interesses. A paisagem era apenas a aparência da realidade, não percebendo as relações sociais econômicas e políticas ali presentes. Em meados do século XIX dois alemães, Humbolt e Ritter fundaram a geografia como ciência, ainda com muita influencia determinista, uma corrente geográfica, a partir daí surgiram outras correntes de pensamento como a possibilista, renovadora, crítica.
O objeto de estudo da geografia é o espaço, tanto o natural, pouco modificado pelo homem, como o geográfico, construído ou transformado pelo homem, sendo um produto histórico social. Esse espaço pode ser dividido em subcategorias como o território, que são os limites políticos administrativos de uma cidade, estado, etc. a paisagem que é a unidade visível do território, ou seja, o que realmente se vê, e o lugar que são os vínculos afetivos das pessoas com o território e a paisagem. Quando têm simpatia pelo lugar chama-se de topofilia, quando se têm aversão ao lugar chama-se de topofobia.
Para a própria sobrevivência, o homem sempre teve uma relação muito íntima com a natureza e essa relação quase sempre foi de transformação e adaptação mútua. Ao clima, ao relevo, as condições severas em determinadas regiões, a adaptação das construções ao relevo local e a natureza também se adaptando a destruição provocada pelo homem, já que, a chamada sociedade moderna nunca teve uma consciência social ecológica, ou seja, nunca teve uma preocupação coletiva quanto à necessidade de assumir atitudes de respeito à natureza ou ao meio ambiente.
O Homem ao longo do tempo também sempre buscou se situar no espaço, essa necessidade se deu inicialmente pela busca de alimentos e abrigos, com o passar do tempo surgiu a necessidade de traçar rotas de comercio e navegação, planejar guerras, encontrar recursos no subsolo, definir o melhor local para instalação de uma indústria, dessa forma a necessidade de localização sempre foi primordial. Inicialmente essa localização se deu pela observação dos astros, determinante para a sua sobrevivência, pois, dessa forma conseguia prever períodos de seca ou de cheias. O primeiro astro a ser observado para este fim foi o Sol e seu aparente movimento, surgindo os chamados pontos cardeais. A Lua também sempre foi observada e estudada, já que exerce enorme influencia sobre o nosso planeta. Os outros planetas visíveis a olho nu também serviam como referencia de localização como Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno. A sociedade moderna até hoje faz uso do conhecimento adquirido ao longo das gerações, imprescindível para a sobrevivência ao longo do tempo. As contribuições deixadas pelos Gregos, Romanos, Chineses, índios, entre outros serve de suporte para as pesquisas atuais.

PODER E TERRORISMO










Noan Chonsk;

Ao longo desses quase 200 anos, nós, os Estados Unidos, expulsamos ou
exterminamos a população nativa – muitos milhões de pessoas –, conquistamos
metade do México, provocamos depredações por toda a região, no Caribe e na
América Central – às vezes mais longe ainda – e conquistamos o Havaí e as
Filipinas (matando mais de 100 mil filipinos no processo). Desde a Segunda
Guerra, o país estendeu seu alcance ao redor do mundo de maneiras que não
preciso descrever. Mas sempre envolveram matar alguém. Sempre envolveram
lutar em algum outro lugar. Sempre foram outros os massacrados. Nunca aqui.
Nunca o território nacional.

O terrorismo funciona.
O terrorismo não é a arma dos fracos

Esta é a cultura em que vivemos e ela nos revela muitas coisas. A primeira
é que o terrorismo funciona. O terrorismo não é malsucedido. Ele dá certo. A
violência geralmente funciona. Essa é a história do mundo. A segunda é que é
um gravíssimo erro analítico dizer, como se costuma fazer, que o terrorismo é
a arma dos fracos. Como qualquer outro meio de violência, o terrorismo é
primordialmente, esmagadoramente, uma arma dos fortes. É considerado a
arma dos fracos porque os fortes também controlam os sistemas doutrinários,
nos quais o seu terror não conta como terror. Isso é algo quase universal. Não
consigo pensar em uma única exceção histórica; até os piores assassinos em
massa vêem o mundo assim.
“terror é o uso premeditado
da violência ou da ameaça de violência para atingir metas ideológicas políticas
ou religiosas mediante intimidação, coerção ou instilação do medo”.